"É bom ficar sozinha, né", ela disse, sorriso no rosto marcado por coisas que ela nem sabe mais
"É", eu não sorri. Nunca estou sozinha (nunca nunca nunca nunca um nunca com gosto de cinzas e verdades rubras, cortantes, brasas, pontos na escuridão, ou talvez a escuridão como um todo, ou talvez o gosto de seus dentes contra meu ombro, meus quadris, minha boca)
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