terça-feira, 29 de março de 2011

mass

Tenho que escrever em algum lugar, para futura referência.

Foi aqui. E começou com cinco, teve relapso no esticar da carne e conhecer mais ainda, prazer masoquista quando a pergunta de outros foi respondida e agora, a certeza de que cada toque deixará marcas, ah, amadas marcas inexplicáveis a quem não as afligir.

Talvez falhe, como todas as outras vezes.

Talvez não.

segunda-feira, 28 de março de 2011

tecido.

oh darling, my darling
there's a whole world out there

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Ando meio 'assim'. Fui no show do 30stm e, sabe, foi "legal". Etcétera. Tá tudo, sabe, "legal". Os mais atentos reclamaram. Tanto faz. Melhor assim, melhor o limbo, melhor o saber-esperar e não sentir pois ainda não está aqui. Desligar o radar e fingir não perceber.

Se aproxima, inexoravelmente, como o demônio que ruge antes da batalha. E as larvas consumindo o premédio de carne podre, derivados.

(Uso metáforas muito interessantes, não? E elas corroem, mais ainda do que a dúvida.)

segunda-feira, 21 de março de 2011

oh my darling

oh my darling
i'd tear this whole world apart
i'd bleed us both dry
and still
what could be said when we already said too much
what could we understand when we already tried hard enough
there is not sunset there is no sunrise
there are no hopes or dreams
there is
me
you
and a whole lot of pain out there
a whole lot of secrets untold
and i wish i could cover you whole with something akin to my last breath