Me sinto perigosa por pensar em quem sempre pensei, do mesmo jeito que sempre pensei, com a mesma frequência e a mesma carência. É a mesma necessidade insaciável e o mesmo objetivo inatingível - apenas acalentados por aquela voz fraca de "ao menos eu tentei." Ao menos eu tentei e vi seus olhos toda vez que fechava os meus, ao menos eu tentei e era seu rosto, sempre, suas mãos, o gosto de seus ossos e o ardido de suas verdades corroendo o pouco que me ergui.
Hoje cheguei em uma pequena bifurcação que, como sempre, apresenta dois caminhos igualmente patéticos. Já é meio óbvio qual quero, e também que não conseguirei segui-lo. Então... Então nada.
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