segunda-feira, 14 de novembro de 2011

it's all in vain

"vocês são engraçados," digo, olhos fechados

domingo, 13 de novembro de 2011

vain

"you've been doing well"
"have i?" it comes as more of a breathless wonder. there's a croon of consent behind her, rough press of hands from her hips to her thighs. "but not well enought?"
"not good enough"
"never enough"

sábado, 5 de novembro de 2011

razorblades

Tão fácil quanto pensar em me afastar é ver uma cópia mais (/mal) feita de você no imaginário de outros. Nos psicotrópicos, nas necessidades líricas.
Quer razão melhor para me afastar, mais, para sempre? É simples assim; amo, mas te amo mais. Te preciso mais.
Quero que deixem em paz. Quero bater no "eu" que um dia pensou em falar sobre você (o mesmo eu que diz tantas outras coisas com tal facilidade, não é?). Quero deixar bem longe todos que não tem a mínima noção de você, seus pecados, o seu gosto contra minha pele, as vezes em que você me tocou e eu nunca abri a boca.
(penso em como explicar, realmente, mas eu só quero massacrar e destruir e matar todos os que ousam pensar em você. não é certo, não é tolerável, não é perdoável, não é compreensível e fim.
e pensar que eu já me importei, amei. não há como amar alguém que ousa criar algo assim.)



(o você de outros propõe ou silencia.
o meu, o você, o 'meu' você, ah. ah. )