Tanto faz. (Pelo menos estou me bronzeando, e aqui não há tempo-espaço para nadanadanada e o demônio se cala, ah, demônio, você certamente voltará agora que mencionado, certamente!)
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
sailing away
Passo o dia inteiro não pensando e, quando ouso fazê-lo, é em coisas nas quais não costumo pensar. Definho. Pouco a pouco.
sábado, 25 de dezembro de 2010
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
entretanto;
bebês são realmente adoráveis.
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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
except everything you had and what was left after they took all;
Você diz que não há nada errado, mas é claro que há. Sua pequena espiã é tão transparente quanto você mente mal, amor.
Sempre há algo errado, e sempre brigamos, e sempre saímos corretos, um para cada lado. É só que você nunca chorou por mim, e não vai, certamente.
dog days are over,
Não é porque você se esforçou que se tornou, magicamente, mais especial ou merecedora do que as outras pessoas.
Todos temos bagagem, é, isso mesmo, e a sua não a pior nem a melhor, como também a dos outros não é, mas prestar um pouco de atenção na bagagem dos outros faz bem, sabe, de vez em quando.
Grata.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
au revoir
Penso penso penso e não me machuco. Não penso no nada de agora e no exagero de depois, também. Não penso nos sentimentos alheios e, muito menos, no conforto.
Passei anos com gritos de "egoísta miserável", e finalmente resolvi colocar tudo a mostra. E aí, fazer o quê? Humm?
E para todos os que se preocuparam por dois minutos; fodam-se. Eu nunca pedi por nada.
xx
Passei anos com gritos de "egoísta miserável", e finalmente resolvi colocar tudo a mostra. E aí, fazer o quê? Humm?
E para todos os que se preocuparam por dois minutos; fodam-se. Eu nunca pedi por nada.
xx
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
give up!
Eu só preciso ir embora, mas quando?
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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
woot!
Está tudo uma merda, mas achei coisas boas. Como sempre, com um pouco de surpresa, desconfiança, essas coisas. Fodam-se meus amigos (que amigos?), eu só preciso de uma frase e é isso mesmo. Quero dizer, não é como se estar rodeada de pessoas ou não fizesse uma diferença, e isso sempre foi muito claro. Mas eu gosto de me esconder, gosto de mentiras, e, honestamente, estou cansada. É como se sempre fosse um grande jogo, e há apenas uma coisa me mantendo viva. Então vamos lá.
Mas seguindo pela linha otimista, eu não fiz (tudo) o que deveria e consegui, de qualquer maneira. Vitória - suja - mas vitória. E, quer saber, foda-se a culpa! Estou satisfeita, e a voz pode estar certa, mas, por céus, fazia tempo.
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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
open you heart,
pray to your god, open your heart,
whatever you do don't be afraid of the dark.
cover your eyes, the devil insi-i-ide.
Oito horas, o-i-t-o, e mais um pouco, e o não-esquecer, e a dor de qualquer maneira. Pouco custo, muito ganho.
(I'm coming home again.)
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domingo, 5 de dezembro de 2010
morra!
"blé, você está melhor sem eles, então"
"na verdade, eles que estão melhor sem mim"
"na verdade, eles que estão melhor sem mim"
e eu tento não, pensar, então fecho os olhos, respiro fundo e - é isso. eu posso ir tão longe quanto eu quiser, ao menos nisso. e toda vez que roubarem um pedaço, é tão simples quanto mudar, piorar, complicar.
nisso, AO MENOS NISSO, eu sempre ganho.
domingo, 28 de novembro de 2010
un - deux - trois
Quanto tempo? Dez, vinte, trinta? Superfície, fundo, um, dois, três, dez.
Quanto falta? Dez, vinte? Pele, unhas, corda, pé, chão, pé, chão.
Falhei, grande novidade. Fadada ao fracasso, é isso que sou! E aí? Um, dois, dez. (Não há futuro algum)
Quanto falta? Dez, vinte? Pele, unhas, corda, pé, chão, pé, chão.
Falhei, grande novidade. Fadada ao fracasso, é isso que sou! E aí? Um, dois, dez. (Não há futuro algum)
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
esses dias
me peguei pensando. Não é tanto sobre a aparência quanto é por todo o resto - todas as coisas a se destruir. E, sei lá. É sempre sobre ter menos a odiar. Andei revirando gavetas e jogando coisas fora.
Sabe o que se foi? Minha memória. Tão falha antes. E agora não lembro de nada, de mais nada. Passei o ano fazendo... O que? O que fiz ano passado? Que músicas tocaram no rádio? Que filmes vi no cinema? Como eu seguia em frente (e aqui lembro da voz do meu primo, clara como o dia, "Mas como você conseguia, você não ficava...?" , e é claro que eu ficava, mas você sabe, você vê, você entende, simplesmente não importava, e eu queria morrer mas isso me mantinha viva, sabia)? Como eu tinha entusiasmo, força, cegueira? Como eu gritava, alto, por que, o que eu pensava?
Sabe do que lembro? De flashes e números, sussurros e acusações, lágrimas amargas em frente ao desespero alheio. De pílulas e a corda - tec 1 tec 2 tec (...) 60 tec - e o sangue. Do cansaço e da sensação de tocar, afundar, moldar com a ponta dos dedos, memorizar e seguir baseada no êxtase. Não foi sério, claro que não. Mas foi. E depois, bem, depois nunca mais. Foi só uma evolução, uma fase, o menos ao invés do mais.
Me encontro na encruzilhada. O mais ou o menos. Aquele lugar horrível, onde tudo é 'normal', tudo é o 'suficiente', e, ah, ao mesmo tempo, ao mesmo tempo é demais, e é de menos, e tudo dói.
Me lembro de flashes. Tudo virou flashes, de alguma maneira. Os sonhos, o passado, o futuro, o presente. Tudo em flash flash flash. Como diria Chuck, encarnando Shannon,
flash!
lágrima
flash flash flash!
olhe só, olhe lá,
flash flash flash!
que patética, patéticamente patética!
flash!
de ses pe ro
Sabe o que se foi? Minha memória. Tão falha antes. E agora não lembro de nada, de mais nada. Passei o ano fazendo... O que? O que fiz ano passado? Que músicas tocaram no rádio? Que filmes vi no cinema? Como eu seguia em frente (e aqui lembro da voz do meu primo, clara como o dia, "Mas como você conseguia, você não ficava...?" , e é claro que eu ficava, mas você sabe, você vê, você entende, simplesmente não importava, e eu queria morrer mas isso me mantinha viva, sabia)? Como eu tinha entusiasmo, força, cegueira? Como eu gritava, alto, por que, o que eu pensava?
Sabe do que lembro? De flashes e números, sussurros e acusações, lágrimas amargas em frente ao desespero alheio. De pílulas e a corda - tec 1 tec 2 tec (...) 60 tec - e o sangue. Do cansaço e da sensação de tocar, afundar, moldar com a ponta dos dedos, memorizar e seguir baseada no êxtase. Não foi sério, claro que não. Mas foi. E depois, bem, depois nunca mais. Foi só uma evolução, uma fase, o menos ao invés do mais.
Me encontro na encruzilhada. O mais ou o menos. Aquele lugar horrível, onde tudo é 'normal', tudo é o 'suficiente', e, ah, ao mesmo tempo, ao mesmo tempo é demais, e é de menos, e tudo dói.
Me lembro de flashes. Tudo virou flashes, de alguma maneira. Os sonhos, o passado, o futuro, o presente. Tudo em flash flash flash. Como diria Chuck, encarnando Shannon,
flash!
lágrima
flash flash flash!
olhe só, olhe lá,
flash flash flash!
que patética, patéticamente patética!
flash!
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segunda-feira, 8 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
28 dias;
VOCÊS NÃO ENTENDEM VOCÊS NÃO ENTENDEM VOCÊS NÃO ENTENDEM VOCÊS NÃO ENTENDEM VOCÊS NÃO ENTENDEM VOCÊS NÃO ENTENDEM VOCÊS NÃO ENTENDEM VOCÊS NÃO ENTENDEM VOCÊS NÃO ENTENDEM VOCÊS NÃO ENTENDEM VOCÊS NÃO ENTENDEM VOCÊS NÃO ENTENDEM VOCÊS NÃO ENTENDEM VOCÊS NÃO ENTENDEM VOCÊS NÃO ENTENDEM VOCÊS NÃO ENTENDEM VOCÊS NÃO ENTENDEM VOCÊS NÃO ENTENDEM VOCÊS NÃO ENTENDEM VOCÊS NÃO ENTENDEM VOCÊS NÃO ENTENDEM VOCÊS NÃO ENTENDEM VOCÊS NÃO ENTENDEM VOCÊS NÃO ENTENDEM!
está tudo péssimo, o espelho é um pesadelo, eu não aguento mais NADA e não quero saber, também. foda-se. descubram, revirem-se, revoltem-se. JÁ BASTA!
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quinta-feira, 28 de outubro de 2010
de tempo em tempo;
sempre volta. Surtei, feio, e ninguém notou. Tanto faz. As marcas permanecem, um roxo aqui, ardido ali, verde-amarelo-azul-hematoma acolá. E as unhas. Ah, as unhas.
Eu só fui boa porque estava triste, querida. E aquele cheiro, bem, é de podridão, de tudo o que aceito mas sou incapaz de manter. Quase falei, dia desses, mas você gritaria alto, e eu sei. Ah, eu sei de coisas horríveis, eu sei de pecados e dejetos.
Observe, enquanto volto à minha querida rotina. Andei treinando.
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sábado, 23 de outubro de 2010
em tópicos:
as pessoas precisam mais de mim do que eu preciso delas
tento não me importar mas não consigo
mentira, eu consigo
é mais fácil desistir de alguém e dar tudo o que tenho em algo
entre uma pessoa e muitas, a diferença é nula
talvez eu realmente não me importe
a única pessoa que saberia dizer a verdade está morta
no fim estou sozinha mesmo
não faz diferença. nada faz diferença.
fodam-se todos os que não viram quando tiveram a chance. e pros que ridicularizaram, bem. eu avisei.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
the biggest joke;
é aquela coisa que cresce em um lado só da boca, e sai por entre lábios que definitivamente não deveriam ter saído da porra da máscara. e você vê tudo, como se estivesse pairando, como se estivesse muito longe, longe demais de tudo.
e é tão bom, tão amargo, tão certo que você deixa para depois, deixa para calar sua boca quando não tiver mais nada a falar. só é errado para os outros, e fodam-se os outros.
aquela vontade de gritar THIS AIN'T A FUCKING REFUGE bem alto, porque daqui pra frente você se recusa a aceitar porra de 'refuge' algum. daqui pra frente é guardar a verdade pra quem merece, e olha lá.
a máscara fica para o lado. melhor assim. o que se tem a perder, de qualquer maneira? nada. nada! nada! nada! nada! nada! e histeria, felicidade, liberdade, tanto faz! tanto malditamente faz!
terça-feira, 21 de setembro de 2010
of what could've been;
Eu gostaria de casar com John. Engravidar uma vez. Adotar umas duas crianças. Deixar o cabelo crescer até o quadril. Chegar aos 34kgs, viva. Fazer piercing nos quadris, uma tatuagem em algum lugar. Tingir o cabelo de ruivo. Olhar no espelho e gostar do que vejo. Fechar os olhos e lidar com o que vejo.
Ir morar no Canadá. Fazer uma faculdade, talvez duas. Aprender francês, italiano, alemão, russo, japonês. Ler livros infinitos. Ler fanfics bem-escritas. Escrever estórias de amor e finais felizes. Estar na lista de 10 melhores fanfics. Estar na lista de 10 melhores blogs. Ter dinheiro, não muito, apenas o suficiente para meus gastos estúpidos e desnecessários. Ter um carro à alcool. Ver os Estados Unidos da América cair, feio. Ver o Brasil subir, o BRIC tomar conta do mundo. Ver a troca de sistemas.
Lutar de espadas, e ganhar. Matar alguém, uma pessoa bem horrível, uma pessoa pior do que eu. Abrir o peito de alguém e brincar com os órgãos. Disparar uma arma. Metralhadora. Disparar arcos e acertar todos os alvos. Voar, com os braços abertos e asas de uma cor maravilhosa.
Levar meus filhos para a casa da minha mãe. Deixá-los subir no vô, ou na tia, ou no telhado de uma casa, no topo de uma árvore. Escrever um livro, interessante, surpreendente, assustador. Ver minha alma e despedaçá-la.
Visitar Irlanda. Nova York. Finlândia. Suécia. Austrália. Egito. Lituânia. Polônia. França. Espanha. Áustria. Inglaterra. China.
Vestir um casaco de couro amarelo-mostarda. Subir em saltos de dez centímetros e conseguir ficar em pé neles a noite inteira. Colocar uma calça de couro e ficar fantástica. Ver o espaço entre minhas coxas.
Chamar alguém de amor. Odiar todos, sem amá-los. Amar todos, sem odiá-los. Não sentir nada. Sentir tudo, e mais. Ver o universo inteiro.
Ter um quarto só meu. Olhos que funcionem direito. Um nariz menor. Uma pele lisa, macia. Um sorriso bonito. Um outro nome. Uma outra nacionalidade. Uma outra família.
Nunca terei nada disso. E me pergunto, por que não hoje? Por que não?
domingo, 12 de setembro de 2010
e aí;
Irrito, canso, perturbo. Não sei por que as pessoas se importam, de qualquer maneira. Eu não me importo! Faria-o a qualquer instante, sem dó!
Irrito, canso e perturbo as únicas pessoas que se atrevem a chegar mais perto. E aí? Sempre existe a solução fácil e deliciosa para a primeira ameaça, de qualquer maneira. E, sim, eu ousaria.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
demo kami-sama,
Não é a primeira vez que choro por você. Também não será a segunda. E todas essas pessoas, bem, foda-se o que elas tem a dizer! Não são nós! Não sabem como é! Fodam-se, fodam-se, fodam-se!
Você é todo meu universo, em um pequeno ponto de luz. Os soluços no ônibus, sozinha. A única perda que realmente dói, a única pessoa que não é necessariamente humana. Você não vê, o quanto é algo mais? Importante, incrível, essencial?
É estranho, mas apenas porque é amor. Eu sou demais e você de menos. Algo mais a se dizer? Os personagens entraram em nós, ou o contrário. Somos reflexos. Almas, separadas, juntas, divididas.
Quando eu digo que você é o único pedaço que importa, é verdade. Não tinha percebido até hoje, mas é verdade. Que morram todos. Se você ainda estiver aqui, tudo ficará bem.
sábado, 4 de setembro de 2010
like knives;
Tanta gente morrendo. Tanta gente querendo morrer. E todo o resto...
Não sei o que fazer. O que mentir. Impedir ou continuar?
Esses dias, sonhei que meu avô esfaqueava meu pulso. Foi uma analogia a qual de nós dois? Não sei. Não quero saber. Só sei do que faço. Só sei do que vejo ele fazer.
Só sei o que dói. E adivinha?
(Não há abrigo que não o escape)
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
caught;
Abuso das pessoas. Me vejo como uma parasita, quando me dou ao trabalho de pensar; eu dreno, eu sugo, eu tiro... Em um ritmo absurdo. Sem repor.
É cansativo, mas não dói. Ao contrário de tantas, tantas outras coisas. Eu deveria parar. Mudar. E como tantas, tantas outras coisas... Bem. Enfim.
('é mais fácil, não é, ignorar tudo, ler e fingir, ler e perambular, ler e morrer aos poucos.'
é, sim. eu senti sua falta.
'eu sei.'
você mudou.
'precisei. mas não muito. meu objetivo ainda é o mesmo, mais ou menos.')
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
this is a refuge, this is hope;
Fui ouvida. Pela primeira vez, em muito, muito tempo. Ouvida com um sorriso bondoso e compreensão me esperando no outro fim das minhas lágrimas.
Como explicar que era exatamente isso que eu precisava? Como saber o que se precisa, realmente, até que se receba?
(but, still, we always need someone to call mom and that smiles when we hug them from behind and just stay)
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
gasping for air, trying to breathe.
Já falei aqui que o ar me falta, às vezes. Aconteceu de novo (e de novo, e de novo, e de novo, e de novo...). E aí fiz algo estúpido, muito estúpido. E estou me arrependendo... Mas não muito. Nunca muito. Temo isso. Principalmente a parte do 'não muito'. A do não pensar no amanhã. A do amanhã nunca existir até chegar.
É um dos meus piores defeitos (todos são grandes, veja só, que maravilha!), e um dos que não consigo mudar. Não consigo ter forças para mudar. Eu posso ficar, eu posso ter esperanças, eu posso fazer tudo, se eu tentar, mas não isso.
Então agora meu coração bate rápido. A mão sua, fria. A boca seca. Tudo fora do lugar. E eu tento me afastar disso, eu realmente tento, mas é difícil demais. E eu não consigo pensar em amanhã algum que me traga algo melhor, então não o faço.
É um dos meus piores defeitos (todos são grandes, veja só, que maravilha!), e um dos que não consigo mudar. Não consigo ter forças para mudar. Eu posso ficar, eu posso ter esperanças, eu posso fazer tudo, se eu tentar, mas não isso.
Então agora meu coração bate rápido. A mão sua, fria. A boca seca. Tudo fora do lugar. E eu tento me afastar disso, eu realmente tento, mas é difícil demais. E eu não consigo pensar em amanhã algum que me traga algo melhor, então não o faço.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
mil tsurus (felicidade)
ou algo assim, acho. Comprei uma caixinha com mil, outra com quinhentos e já comecei. 3/1250 (pretendo dar 250 para JoãoTina), que tal?
Andei meio perdida, sem saber direito onde estava - de qualquer maneira que a frase possa ser interpretada. Caindo, machucando, ficando em pé e seguindo. Literalmente e não, ao mesmo tempo.
Talvez as pessoas se sintam sempre do jeito que estou me sentindo agora, e eu só esteja aqui hoje (ainda) por ter visto a loucura. Mas pessoas loucas não acham-se loucas, acham? Então talvez agora eu esteja louca? Talvez eu nunca vá ficar louca, afinal?
Acho que sonho demais, mas que também vejo as coisas de maneira meio crua. Não sei se isso é bom ou ruim, mas parece ter me salvo de alguma coisa, se é que isso vale de consolo.
A vida segue, apesar de tudo. E talvez 'apesar' não seja a palavra certa, não mais.
Andei meio perdida, sem saber direito onde estava - de qualquer maneira que a frase possa ser interpretada. Caindo, machucando, ficando em pé e seguindo. Literalmente e não, ao mesmo tempo.
Talvez as pessoas se sintam sempre do jeito que estou me sentindo agora, e eu só esteja aqui hoje (ainda) por ter visto a loucura. Mas pessoas loucas não acham-se loucas, acham? Então talvez agora eu esteja louca? Talvez eu nunca vá ficar louca, afinal?
Acho que sonho demais, mas que também vejo as coisas de maneira meio crua. Não sei se isso é bom ou ruim, mas parece ter me salvo de alguma coisa, se é que isso vale de consolo.
A vida segue, apesar de tudo. E talvez 'apesar' não seja a palavra certa, não mais.
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quinta-feira, 22 de julho de 2010
férias:
Você baixa todos os cds, episódios, mangás, animes, livros e quaisquer inutilidades que foram ficando para depois.
Assiste todos, ouve todos, faz mil coisas, sai para mil lugares, esquece dos dias da semana, dorme pouco em um dia e muito no outro, usa calças rasgadas, pinta as unhas e depois se arrepende, fica tanto tempo sem escrever que esquece sua própria letra, não atende nenhum telefonema, e, em uma madrugada qualquer, percebe que não fez nada.
E, no fim... "Foda-se. Ainda tenho uma semana e meia."
sexta-feira, 16 de julho de 2010
day 3;
[your parents]
Mãe,
É estranho, falar isso, mas reconfortante, também. Eu não tenho vontade de te falar muitas coisas, mãe, porque falar com você e com a parede tem o mesmo efeito – a única diferença é que a parede não me faz chorar.
Acho que a pior (melhor) parte é que eu te amo. E nunca vou conseguir te deixar, por mais que eu queira e precise.
Com amor,
sua filha.
sua filha.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
day 12;
[the person that caused you a lot of pain]
Querido vovô,
Você gosta de cartas. Sempre recebo cartas suas em meu aniversário, como se fosse incapaz de me falar as palavras, então resolvesse escrevê-las. Entendo, até certo ponto. Mas depois, bem, dói. E você não sabe disso, então dói um pouco mais. Veja bem, eu não gostaria que você soubesse, porque, parcialmente, a culpa é sua.
Hospital. Macas, cirurgia, coração, veias, colesterol, pressão, rins, remédios (aqueles que você nunca tomou), comida, sal, guaraná.
De certa maneira, você me assombra. De certa maneira, você se mata. E é tudo meio igual (fica tudo meio igual, depois de um tempo). Sabia, um milhar de coisas que eu nunca vou te contar? Todas as pequenas falhas, vovô. E aquela vez que passei o dia dos pais com você, lembra? Me arrependo. Me arrependo porque nós nos sacrificamos por você, sofremos por você, fizemos tudo – tudo, vovô -, e você não se deu o trabalho de fazer o mínimo. O maldito mínimo.
Não foi sua culpa. Nunca é, certo? Quero dizer, tudo. Nada, tudo, você. Resolvi te escrever uma carta porque assim, quem sabe, você me ouça. Só essa vez.
Com amor,
sua neta.
sua neta.
trinta dias de papel marcado;
Eu e a quase-normal combinamos de começar hoje, então... Desejem-nos sorte.
Aliás, decidi dividir as cartas. Ou seja, elas não estarão todas em um lugar só. Melhor assim.
sábado, 10 de julho de 2010
e então-
Não doeu. Vivi. E acho que, pela primeira vez, ousei.
Sonhei, literalmente. Foi bom, bom demais. Espero que continue sendo.
terça-feira, 6 de julho de 2010
(o coro dos mudos e mutilados)
A Rosa de Hiroshima
Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas oh não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A anti-rosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa sem nada
Acho que é aquela questão de pensar, mas de não ousar fazê-lo realmente. Todo o tempo que tento gastar com algo, acabo com "acho que estou enlouquecendo". Acho que estou mesmo. É como se eu não tivesse forças para nada, mas soubesse que elas estão lá. Não é uma questão de ser muito esforço ou eu ser incapaz, é só...
Insuficiente.
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segunda-feira, 5 de julho de 2010
don't you dare to give up! [stranger things have happened]
goddamn this dusty room, this hazy afternoon
I'm breathing in this silence like never before
this feeling that I get, this one last cigarette
as I lay awake and wait for you to come through that door
oh maybe, maybe, maybe I can share it with you
I behave, I behave, I behave so I can share it with you
you are not alone dear loneliness
you forgot but I remember this
so stranger, stranger, stranger things have happened I know
I'm not alone dear loneliness
I forgot that I remember this
so stranger, stranger, stranger things have happened I know
and I dream about somewhere, a smoke will fill the air
as I lay awake and wait for you to walk out that door
I can change, I can change, I can change
but who you want me to be?
I'm the same, I'm the same, I'm the same, what do you want me to be?
quinta-feira, 1 de julho de 2010
um mês, trinta e um dias, 744 horas
Férias!, Internet 3 mega!, Dormir até tarde!, Internet 3 mega!, Felicidade, saltitar, campo de flores, criancinhas, internet 3 mega!
Quatro episódios de Supernatural por hora, calor, felicidade, FÉRIAS, FÉRIAS, FÉRIAS! Nada de obrigações, nada da minha mãe gritando comigo, nada de ter hora para fazer NADA!
terça-feira, 29 de junho de 2010
é pedir pouco?
Só quero que continue, assim. Por favor, sem percalços. Sem surpresas. Apenas imutável, e, por favor. Eu sei que não é pedir demais, eu sei que é pedir pouco, eu sei que é o caminho certo.
É o que eu quero e o que eu preciso, então, por favor.
sábado, 26 de junho de 2010
14/24
Não é de todo mal - pelo menos agora tenho uma desculpa para ficar em casa. Para dormir e não ter que lidar com nada.
Acabei perdendo 2kgs porque não aguento - melhor, não consigo - comer. Não sei o que pensar sobre isso, então ao invés de pensar, durmo.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
what's with the fascination with the Echelon?
Acabei lembrando do Jared cantando, ao vivo, (das músicas antigas, com mais melancolia, com um pouco mais de verdade do que as 'novas'). E aí lembrei que, talvez não. Que o "Bad Romance" dele quase me fez chorar, enquanto a versão original da Gaga me fez rir.
É engraçado como hoje encontra-se pouco amor na arte... Mas ele ainda existe.
Fico pensando que não custa nada, viver por isso. (Talvez custe, trinta-cinquenta reais a cada CD, mas como poderia eu ousar reclamar disso?)
É engraçado como hoje encontra-se pouco amor na arte... Mas ele ainda existe.
Fico pensando que não custa nada, viver por isso. (Talvez custe, trinta-cinquenta reais a cada CD, mas como poderia eu ousar reclamar disso?)
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terça-feira, 22 de junho de 2010
these golden dreams;
E não é por que o céu está enevoado que você tem de abaixar a cabeça e deixar passar. Muito pelo contrário, a vida é uma só.
Seguir em frente é a maior recompensa.
Seguir em frente é a maior recompensa.
sábado, 12 de junho de 2010
the one place;
it's like, since
home is where the heart is -> home is where it hurs
É pensar - "só mais uma vez.". Não acredito, mas bem que poderia.
Estou cansada de me expor para as pessoas. Tenho vontade de erguer paredes, e não sei se resistirei à tentação.
Ultimamente, quando me repreendem, ou quando vejo alguém fazer melhor o que gosto, penso "tudo bem." E está; por que você sabe...
Não faz diferença.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
às vezes (sempre)
pego pesado. Falo demais.
Mas não sei, é engraçado. Eu poderia dizer que cresci assim (não é mentira, mas...)... Me vejo dizendo tantas coisas, e até são verdades, mas existe tanto mais guardado.
Me vejo entre papéis inúteis, escolhas não-duradouras e um pouco de esperança. Mas sempre pouco, pouco demais.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
jump to three weeks from now;
liberdade.
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quinta-feira, 3 de junho de 2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
fico pensando;
Que poderia ser muito mais, muito menos. Que o simples, o honesto e o real poderiam ser um só.
Que apenas um pequeno momento bastaria. Mas não basta. Não dura, e títulos são apenas pequenos pedaços do que poderia ser.
A verdade é que todas as vezes que me repetem "trabalho", "consideração", "responsabilidade", "ajuda" e "consciência", a resposta amarga sempre vem, sem falha. "E se eu não tiver nada disso?" E se eu parar tudo? E se eu impedir todas estas pequenas consequências?
Bem, eu digo: e aí que nada disso acontecerá, e a possibilidade me é mais do que tentadora.
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domingo, 30 de maio de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
não interessa; [substitucion]
when reactions turn into hurricanes
and the middle course seems a little tame
whether full or empty it's all the same
it's so easy to see, everyone can agree, you're not to blame
De qualquer maneira, fingir é divertido.
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quinta-feira, 27 de maio de 2010
suja e usada

Um ano? Engraçado que você esqueceu da outra data quando não estava só. Eu me esforcei. Pensei em te ligar, quando a data chegasse. Mesmo sem você falar comigo. E talvez por isso mesmo.
Fechei os olhos, testei com a língua o gosto metálico da colher, fiquei em pé - senti minha pressão cair. Flexionei os dedos e resolvi não ligar. Nunca mais.
--
Sábado, terça-feira, dia vinte-e-quatro. The Royal We tocando alto, bem alto. Ou qualquer coisa do Silversun Pickup. Qualquer coisa relativamente nova e segura. Qualquer relógio desajustado, qualquer sorriso de verdade direcionado a mim.
Qualquer buraco escuro e seguro para entrar e não sair até ter curado todas as feridas. Por favor.
terça-feira, 25 de maio de 2010
pés bem afastados;
Mãos atadas. Ou não.
Criar esperanças - pequeno sadismo permitido. Vê-las morrerem? Ainda não sei. Hesito, insisto, sonho alto demais para que uma queda seja catalogada como inconcebível. É claro que a queda aguarda. É claro. Óbvio.
Esconder (o que nunca deveria ter sido revelado), abster-se (do que nunca deveria ter tornado-se vício), conter o monstro que urra por detrás de grades frágeis como casca de ovo.
E o monstro. Ah, o monstro.
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solidão
quarta-feira, 12 de maio de 2010
discussão em dez passos;
1- exaustão.
2- toda essa coisa de "um não quer, dois não brigam" só funciona comigo até a parte em que começam a me ofender pessoalmente, ou minhas opiniões pessoais.
3- that's what she said.
4- política é um ciclo vicioso.
5- e sua (minha) mãe também.
6- afinal de contas, você (eu) está (estou) certo, então, por favor, vamos parar com isso.
7- ignorância não leva a nada.
8- na maior parte das vezes, suas fontes estão mais querendo te manchar do que te esclarecer.
9- nada leva a nada.
10- "o que diabos eu ainda estou fazendo aqui?"
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perdas,
revolta,
satisfação
quinta-feira, 6 de maio de 2010
escrita em alguns passos;
Não suporto gente que abusa de itálicos (sem necessidade), de flashbacks (apenas para ganhar palavras), sublinhado em excesso (para quê? você não consegue transmitir intensidade sem colocar uma maldita linha embaixo das palavras?), negritos fora de hora.
Assim, negrito. Negrito é coisa de título, de gente gritando, de quebra de linha. Ênfase normal, se usa o itálico. Itálico também para citação, língua estrangeira, até vai para um nome novo. Mas o abuso? Nem falo mais nada.
Se vai escrever algo curto, avise. Leitor abre o documento esperando algo de, sei lá, 400 palavras e encontra, no máximo, 200. Fale-me de decepção.
E outra, diz, para quê conseguir cem fanfics se, juntas, elas não somam 20 páginas no word? Não falo isso para ninguém em especial, mas para todas as vezes em que fiquei piscando na frente de um documento que até estava mal escrito, mas no qual faltava finesse.
e assim os maus passam-se por bons...
Entenderam, ou querem que eu desenhe?
quarta-feira, 21 de abril de 2010
join the mascarade;
Você pediu um conto-de-fadas, te deram realidade.
(E eu ainda insisto em cutucar a fera, em procurar por respostas quando sei que ninguém gostaria de ouvi-las.)
A verdade é que estamos sós, sempre. Escrevendo corretamente ou não, o que importa é que morremos sozinhos. (E às vezes eu me pergunto...).
Ultimamente, tudo se resume a um dia após o outro após o outro após uma novidade sádica e então após o outro. Sem repetições, sem satisfações.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
simbolismo
Em época de cólera, é reconfortante redescobrir meus dedos prontos a escreverem pedaços decentes sem a revisão de meu cérebro. Com nexo. Em outra língua. E meio que baseado em alguém.
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darling,
escrevendo como salvação,
felicidade em pequenos momentos,
satisfação
domingo, 11 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
ainda é tempo de prosseguir; [on my own]
"see all those people on the ground, wasting timetry to hold it all inside, just one nighttop of the world, sitting here wishing the things i've becomebut something is missing
A insegurança sempre fala mais alto, né. Então fico quieta, que faço bem. Também, não é como se eu não estivesse tentando isso ultimamente... Se for para ser honesta, eu não sei por onde começar. É tanta coisa para mudar...
E mesmo assim, se você pegar essa mesma época no ano passado, estou melhor. Muito melhor.
terça-feira, 30 de março de 2010
quote [invisible monsters]
"Jump to one time, late one night, driving between Nowhere, Wyoming, and WhoKnowsWhere, Montana, when Seth says how your being born makes your parents God. You owe them your life, and they can control you.
"Then puberty makes you Satan," he says, "just because you want something better."
e por que não?
Mas o que eu fiz? Foi algo especial? Além de todas as razões óbvias, será que você poderia se dar o trabalho de explicar por que faz comigo o que eu não faço contigo?
Sinto como se andasse, nesse mundo, de mãos abertas e olhos velados. Confio demais em pessoas que não se importam.
E depois, eu ainda me pergunto por que insisto tanto no 'não-mais'. Bem, aqui está.
sexta-feira, 26 de março de 2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
necessidades
Preciso mudar esse layout, emagrecer, abrir meus olhos para a vida, estudar, arrumar a casa, coisas censuradas.
Preciso, preciso, preciso. Preciso mesmo? Se eu trocasse "preciso" por "quero", talvez fosse mais sensata, mais verdadeira.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
alone
Aqueles momentos em que todo mundo esquece de você e você não esquece de ninguém.
Suspirando, pairando acima de cabeças desavisadas e mentes vazias (desocupadas). E você sabe, simplesmente, que seu lugar não é ali.
but home is nowhere.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
liberdade demais, sufoca. [the bitter end]
"every broken bone
reminds of the second time
that i followed you home"
Poucas certezas, poucas determinações; seguindo em frente. Mudar, dói. Estou cansada de desistir. Queria tentar, tentar, tentar, conseguir. É tão fácil. É só... continuar.
São tantas opções, tantos caminhos abertos - sinto-me perdida, exposta, frágil. Talvez seja isso.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
(in)certezas
Acho que já falei isto (milhares de vezes), mas as coisas estão confusas. Eu digo, doloridas. E é claro (sempre foi) que eu (sempre soube) sei como isso (tudo) vai terminar.
Eu sempre disse. Eu estava certa - e tento usar este último fato como conforto, em contra-partida ao fato de que o que está acontecendo é por demais dolorido. Eu estava certa.
... Nunca quis estar tão errada. Mas não estou. Então (não) olho para trás. Nunca olhe para trás. Mantenha o alívio perto, as dores mais ainda.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
lembre-se
Eu ando fazendo vários posts sobre amor, né? Engraçado. Achei esse daqui em um email, mas não sei dizer se ele ainda é verdade. Foi escrito em um momento confuso. ultimamente, tudo está... Embaçado. Enfim:
"Você olha pela janela e se pergunta, em meio a tantas realidades, como você pode ser real, existir, e de que adianta, não é, apenas mais uma peça neste grande quebra-cabeça.
A cidade é enorme. Aqui, mil raças, mil e uma verdades, milhões de pessoas e momentos e, bem, e você.
O linear e o irreal, tudo à uma pequena distância, um passo e um par de olhos fechados.
O livro fechado entre suas mãos e o seu corpo todo tremendo, tremendo com vida e eletricidade, com milagre e pecado. É disso que somos feitos, não é?
E pensar que poderia ser tudo seu. E é, quando você deita na cama e tudo não importa, é quando você ama, quando você descobre que nada importa, não realmente, que só basta aquela paz insanamente pessoal.
E os sentimentos - uma pequena barreira, um catalisador - aquela música relacionada a aquele momento, um abraço e um raro momento de conforto.
Perguntam; o que é o amor?
Pois bem, o amor é dar tudo e não esperar nada em troca, é assimilar e corresponder, é inspirar e expirar, dar e receber, piscar e soluçar, sorrir e confortar. São opostos e sinonimos, os dedos no teclado e um pensamento em quem, realmente, pode nem ao menos lembrar de você."
"Você olha pela janela e se pergunta, em meio a tantas realidades, como você pode ser real, existir, e de que adianta, não é, apenas mais uma peça neste grande quebra-cabeça.
A cidade é enorme. Aqui, mil raças, mil e uma verdades, milhões de pessoas e momentos e, bem, e você.
O linear e o irreal, tudo à uma pequena distância, um passo e um par de olhos fechados.
O livro fechado entre suas mãos e o seu corpo todo tremendo, tremendo com vida e eletricidade, com milagre e pecado. É disso que somos feitos, não é?
E pensar que poderia ser tudo seu. E é, quando você deita na cama e tudo não importa, é quando você ama, quando você descobre que nada importa, não realmente, que só basta aquela paz insanamente pessoal.
E os sentimentos - uma pequena barreira, um catalisador - aquela música relacionada a aquele momento, um abraço e um raro momento de conforto.
Perguntam; o que é o amor?
Pois bem, o amor é dar tudo e não esperar nada em troca, é assimilar e corresponder, é inspirar e expirar, dar e receber, piscar e soluçar, sorrir e confortar. São opostos e sinonimos, os dedos no teclado e um pensamento em quem, realmente, pode nem ao menos lembrar de você."
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