(E eu ainda insisto em cutucar a fera, em procurar por respostas quando sei que ninguém gostaria de ouvi-las.)
A verdade é que estamos sós, sempre. Escrevendo corretamente ou não, o que importa é que morremos sozinhos. (E às vezes eu me pergunto...).
Ultimamente, tudo se resume a um dia após o outro após o outro após uma novidade sádica e então após o outro. Sem repetições, sem satisfações.
Nenhum comentário:
Postar um comentário