Criar esperanças - pequeno sadismo permitido. Vê-las morrerem? Ainda não sei. Hesito, insisto, sonho alto demais para que uma queda seja catalogada como inconcebível. É claro que a queda aguarda. É claro. Óbvio.
Esconder (o que nunca deveria ter sido revelado), abster-se (do que nunca deveria ter tornado-se vício), conter o monstro que urra por detrás de grades frágeis como casca de ovo.
E o monstro. Ah, o monstro.
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