A verdade? Dói, nem sempre dá certo, sempre deixa cicatriz. Mágoa. Aquela coisa de sentir tudo tudo tudo tudo até quase explodir, e esperar o dia todo só pra ouvir uma palavra, pra ter uma outra discussão que vai acabar em nada. Todos esses clichês e uma crueza que não cabe em palavras, e me deixa aqui no blog com mais um post que é "such a joke; such a mess", such a pathetic little girl.
Reparei que só amei pessoas inteligentes, sarcásticas, meio melancólicas. Aquelas pessoas que dá vontade de proteger, mas que no fim eu sempre quis que me protegessem. Algumas tentaram. E com todas eu cresci, vi mudar, fiquei calada quando não devia e gritei quando (não) precisava.
O tempo passou. Eu ainda amo todos, de maneiras diferentes, em algum lugar com mais raiva, outro com mais graça.
No fim, tanto faz. Existe um nome e o péssimo hábito de sempre esperar ver em alguém o que não existe, realmente, em mais ninguém.
Nenhum comentário:
Postar um comentário