Passei dez, onze, doze dias na mesmice do bem-querer-mal-querer. E a música, cada vez mais alta, um artista (novo) a cada três dias para manter o entusiasmo (falso), e foi meio que inconsciente, a distância com todos (amigos), mas não mal-vista, não desgostosa.
Comi tudo o que quis. Vesti o que quis. Sangrei o que quis. Escrevi o que quis e como quis. Só não me movi como queria, não me amei como queria, não deixei de me sentir repulsiva e insuficiente. São desejos, inalcansáveis, impossíveis, mas desejos mesmo assim.
Estou bem (acho), ao menos, bem anestesiada. Finalmente.
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