No fim, voltou, e em um impulso só. Eu não consigo mais parar. Eu não posso parar. Se parar, o que vai ser?
Estou sozinha, tão malditamente sozinha, sem ninguém com quem não tenha pudores que me impeçam de falar tudo. E dói. Dói, dói, dói, e amanhã estarei sorrindo, e vai ser que nem foi todas as outras vezes. Até lá, aperto os lábios contra meu único veneno, e volto a rezar para o demônio e o que o alimente.
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