quinta-feira, 28 de abril de 2011

nem a música, não mais.

Eu achei que dessa vez ia ficar tudo bem. Que ia ser diferente.

No fim, voltou, e em um impulso só. Eu não consigo mais parar. Eu não posso parar. Se parar, o que vai ser?

Estou sozinha, tão malditamente sozinha, sem ninguém com quem não tenha pudores que me impeçam de falar tudo. E dói. Dói, dói, dói, e amanhã estarei sorrindo, e vai ser que nem foi todas as outras vezes. Até lá, aperto os lábios contra meu único veneno, e volto a rezar para o demônio e o que o alimente.

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