Você me encontra como pequena-enorme criatura, rindo para não chorar, chorar para não gritar teu nome.
Você me destrói como copo de cristal, exceto pela parte em que você guarda os pedaços e depois os sacode, e nunca há nada de belo no que resta, nunca há reflexo algum.
Você me deixa como quem diz "até logo", e às vezes tento recompor algum tipo de resistência - que é inútil-, algum tipo de confiança - que é inútil-, algum tipo de esperança - que só espera pela chance de ser massacrada.
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