Talvez um pouco mais de solidão e menos de ter que olhar para o rosto de quem quer que seja; mas disto já não tenho esperanças.
É muito fácil, é muito simples; é sobre diminuir o que traz o instantâneo e aumentar o que traz o permanente. E sei disso, mas não consigo mais - o fazer para depois me é inútil, pois não acredito na existência do mesmo, acredito apenas no relógio e ele está cada vez mais próximo do dezoito anos que jurei ser-me impossível.
É só que, se quer me fazer feliz, me dê Adderall - nada de palavras, abraços ou consolos cheios de açúcar. Só Adderall.
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